| Pov Isabella |
- Bêua, sabia que o sábia sabia... Sabia o que mesmo papai?
O almoço estava sendo maravilhoso. Madison era a menina mais fofa que já havia conhecido, isso sem contar com o pai, com todo o respeito. Edward transformava-se totalmente na presença da pequena Mad, de apenas 3 anos. Como um ser tão pequeno consegue fazer grandes mudanças?
Depois de comer algo de nome esquisito, mas muito gostoso, fomos em direção ao caixa do restaurante. Ali havia uma moça alta, loira e com a blusa do uniforme mais aberta do que deveria. Será que ela não sentia vergonha por estar tão exposta assim?
- Cartão ou dinheiro? – Perguntou a loira com nome de Rebecca enquanto tentava a todo custo fazer com que o seu decote ficasse mais aberto do que já era. Edward que estava com Mad em seus braços, somente estendeu o cartão a moça, não dando tanta atenção a ela. Vale dizer que a pequena Mad já era uma ciumenta nata, já que seu bico e olhar zangado mostravam claramente o que ela queria fazer com a moça: Tirá-la de perto do seu pai. Mas o que uma pequena criança poderia fazer? Por enquanto, nada!
- Espero que venha aqui mais vezes Sr. Cullen. – Aproximando-se um pouco mais, tentou sussurrar para Edward – Se quiser que sua cama esteja ocupada essa noite, liga pra esse número. – Fiquei espantada com a cara de pau da mulher, quer dizer, ele tinha uma filha e estava acompanhado! Não que eu fosse mulher dele, quer dizer, não que eu não gostaria é... Ah, você me entendeu!
- Dispenso convites. Se eu quisesse minha cama ocupada era só fazer assim, estalar os dedos e que apareceriam várias. Mas sabe, não gosto de mulheres oferecidas, apesar de saber que elas gostam e muito de mim, com todo o respeito, é claro. Adeus.
Senhor, imagina se ele não fosse convencido! Enquanto eu estava literalmente de boca aberta, Mad ria horrores com o que o pai falou. Como se a pequenina realmente entendesse. Melhor assim...
- Srta. Swan, você está liberada do seu trabalho hoje, já que Madison a aprovou.
- Sr. Cullen, é meu primeiro dia de trabalho!
- E será o último se não obedecer as minhas ordens, querida.
Deboche pra que te quero. Somente afirmei e dei um beijo em Madison, que tentou a todo o custo não me deixar ir embora.
– Oh pequena, prometo que nos veremos mais vezes, mas ordens são ordens e não devemos descumpri-las. Até outro dia Mad... Até amanhã senhor Cullen.
Já ia andando quando meu chefe me chamou. Será que esqueci algo?
- Você veio conosco, irá conosco. Ande, entre no carro que eu te levo até em casa.
- NÃO! – Assustados, ambos olharam para mim – Quer dizer, não precisa, eu vou andando. Além do que meu carro está na empresa e...
- Entra no carro. Agora!
E lá estava o homem de gelo de volta, mostrando toda a sua delicadeza. Sabia que iria me arrepender de tal ato, mas mesmo assim entrei e esperei pelo que me aguardava em casa.
(...)
- Até mais Mad... Até amanhã Sr. Cullen.
Fechei a porta do carro e esperei ele sair para me dirigir para a porta da casa. Que Deus me protegesse e me desse forças para aguentar a dor que viria. Levantei minha cabeça e senti meu coração perder uma batida ao ver o olhar escuro me encarando através da janela. Se hoje não fosse a minha morte, seria um dos mais dolorosos fisicamente da minha vida.
Meus passos eram lentos, como se quisessem adiar o inevitável. Meu coração dava pulos e mais pulos. Eu suava frio. Minha garganta estava secando e minhas pernas começavam a ficarem trêmulas. Medo. Entrei em casa.
Mãos grandes já se agarraram a meus cabelos e me jogaram diretamente para o chão. Minhas costas que já estavam machucados pareceram gritar de dor. Minha boca não emitiu som algum.
- Quem era aquele cara Isabella? Seu amante? Não se contentas com o que eu te dou? Lhe garanto que depois de hoje não pensará em nenhum outro, nenhum.
- Não! Jacob, ele... Ele é o meu chefe, ele me liberou mais cedo! Por Deus, por favor!
- Nem Deus te salvará hoje, nem Deus.
E então o inferno começou. Seu corpo pesado sentou-se sobre o meu, tirando-me um pouco de ar. Suas mãos agarraram firmemente os meus pulsos. Eu não sei como, mas era totalmente chacoalhada com uma força absurda. Minha cabeça batia sem parar contra o chão de madeira. Eu não conseguia gritar por socorro... Eu não conseguia pedir pela minha vida.
Senti meu corpo ser erguido do chão e ser jogado contra uma parede. Uma, duas, três, quatro e mais várias vezes. Lágrimas caiam sem parar dos meus olhos. Como se isso fosse adiantar alguma coisa. Um grito foi sufocado quando senti uma das suas mãos estapear-me no rosto enquanto outra infiltrava-se em minha causa, invadindo-me com seus dedos cruelmente. Senti-me suja.
- Vamos vadia, geme! Assim como você deve ter gemido pra ele! Geme cadela!
De mim não saiu nenhum som, o que provocou a ira de Jacob. Colou seu corpo no meu para não deixar-me escapar enquanto abaixava suas calças e colocava seu membro para fora. Minha saia fora levantada e a calcinha que usava fora brutalmente rasgada. Mais sujeira.
Gritei de dor quando senti-lo entrar e bombear sem qualquer piedade. Suas mãos apertavam meu seio machucando-os de tanta força que era usada. Sua boca cobriu a minha, fazendo-me ter ânsia de vômito.
- Se você vomitar cadela, vai ser pior. Muito pior.
E mais tapas vieram. Minha cabeça estava dolorida de tanto que meus cabelos eram puxados e meu rosto ardia com a força desferida nele. Fui jogada ao chão novamente. Clac. Foi o som que saiu das minhas costelas. Jacob não parou. Gemia e estocava sem parar. Lágrimas continuavam a cair. Com uma última estocada, Jacob atingiu o seu orgasmo, deitando em cima de mim. Seu peso tirou-me o pouco de ar que me restava.
- Ja... Jacob. A..Ar!
- Cadela, não aguenta mais nem um pesinho. Hum, pelo menos ainda é bem apertadinha e gostosa, muito gostosa.
Lambendo meu rosto, saiu de cima e foi para o quarto, deixando-me ali no chão da sala. Suja, humilhada e ferida... Como eu sempre estaria.
| Pov Jacob |
Sexo, sexo e mais sexo. Oh, como é bom! Escutar gemidos de prazer e sua voz suplicante por mais. Sua carinha de prazer ao me sentir entrando e saindo de dentro dela. Ó Isabella! Minha doce e gostosa menina, como foi bom lhe conhecer!
Era tão pequena quando veio com meu pai e eu, mas ao mesmo tempo era tão safada. Podia ver seu sorrisinho malicioso ao pular no meu colo e sentir meu pau a cutucando. Sabia que ela gostava quando tomávamos banho juntos, quando passava minhas mãos pelo seu pequeno corpo, mas que já me proporcionava tantas fantasias.
Via-a crescendo cada dia mais, seu corpinho se transformando e pelo que observava, ficando ainda mais delicioso. Era só esperar a hora certa que ela seria minha, totalmente minha. Esperei, esperei e esperei, então, o grande dia chegou... Seu aniversário de 16 anos.
Esperei pacientemente pelo fim da festa, apesar de estar ansioso para lhe dar o seu presente. O que era? A iniciação no mundo nos prazeres. Lembro bem de seu rosto deliciado com a sensação de ser invadida e as lágrimas de felicidade com tal ato. Ela gritou, chorou e implorou por mais. Bom, pelo menos foi o que eu ouvi.
E agora, depois de todo esse tempo sendo minha, ela me aparece com outro cara deixando-a na porta de casa? Não, não, não e não! Ela era minha, somente minha. Agora logo, logo lhe daria outro presente, o melhor de sua vida!
Seu aniversário de 21 anos estava chegando, ela seria legalmente de maior e não estaria mais sobre a minha custódia e então, o que eu venho planejando há anos aconteceria: O nosso casamento. Isabella pertenceria a mim, todos os dias do para sempre e eu não vejo a hora disso acontecer. Minha doce e gostosa Isabella Marie Black.
| Pov Isabella |
A dor física em meu corpo me impedia de ir rápido, qualquer movimento era motivo de um gemido de dor. Mas isso era suportável, mas a dor psicológica doía muito mais que qualquer machucado. Eu já estava acostumada com isso, mas ontem... Ele extrapolou. Precisei usar quilos de maquiagem para tentar esconder os hematomas em meu rosto. Os óculos escuros tampavam o olho roxo e a calça Jean e a blusa comprida guardava os vários machucados. Tinha completa certeza de que havia quebrado uma costela. Como eu sabia? A dor estava insuportável e mal conseguia me mexer, mas eu precisava ir para o trabalho, eu precisava sair – pelo menos um pouco – daquele inferno que era chamada de casa, daquele homem que fazia do meu mundo obscuro.
Estacionei o carro e subi para o último andar. Meus olhos estavam marejados tamanho a dor que sentia. Eu estava literalmente quebrada. Cheguei no meu andar e me dirigi para a minha mesa, sentando-me cuidadosamente na confortável cadeira. Um movimento errado me fez gemer e algumas lágrimas que tratei logo de secar, caíram.
Cada ligação que atendia, era uma dor. Não sabia como estava aguentando. Tudo em mim doía, tudo. Apoiei minhas mãos na mesa e respirei fundo, o que me causou ainda mais dor. Gemi novamente e nesse instante, o telefone toca.
- Cullen’s Paradise, bom dia. – Minha voz era fraca, baixa e em cada palavra dita, podia-a ouvir a dor que continha nelas.
- Srta. Swan, venha até, rápido! – E sem me deixar responder, como sempre, desligou.
Fiz o maior esforço possível para me levantar sem gemer, mas não consegui. Tive que me apoiar numa das paredes para me recompor antes de entrar na sala do chefe.
- Sim Sr. Cullen? – Falei assim que entrei na sala e me posicionei a sua frente. Ele estava de cabeça baixa, mas levantou-a para falar comigo.
- Eu queria saber se... Isabella, por que você está de óculos escuros dentro dessa empresa? – Perguntou com uma expressão fria.
- Eu... Eu estou com conjuntivite. – A mentira podia ser notada, minha voz trêmula me entregava. Isso não passou despercebido por ele.
- Isabella, eu posso ser tudo, menos burro. Então, trate de tirar logo esses óculos, porque conjuntivite você não tem.
- Senhor, eu...
Eu não pude terminar de falar. Num instante ele estava parado a minha frente com os meus óculos em suas mãos. Oh não! Seus olhos verdes fitaram os meus e me senti completamente perdida neles. Como se não pensasse, acariciou meu rosto, tentando evitar os machucados.
- Quem lhe fez isso? Quem foi o covarde que lhe causou dor? – Sua voz era baixa e continha uma raiva inexplicável. – Há mais desses machucados? Isabella?
- Senhor, eu não...
- Tire a roupa Isabella, agora! Ao menos que você queira que eu faça isso. – Sua voz não era maliciosa, assim como sua expressão. Ele estava possesso e pela primeira vez em muitos anos, alguém se importou comigo.
- Não, por favor...
Ele nada falou, somente começou a desabotoar botão por botão. Seus olhos arregalavam-se a cada machucado visto e logo me vi somente de calcinha e sutiã. Lágrimas desciam pelo meu rosto, mas não por medo. Eu não sei explicar o que era. Sentimentos bons misturados com ruins. Ele girou através de mim, suas mãos passavam ao lado de cada machucado.
- Sua costela está quebrada. – Sussurrou com uma voz triste.
- Eu sei...
- Como conseguiu vir trabalhar?
- Eu precisava...
E numa questão de segundos, me vi em seus braços e então, o choro veio. Meu corpo tremia com os soluços e minhas lágrimas molhavam sua camisa perfeitamente branca e lisa. O homem de gelo estava me abraçando, acolhendo-me em seus braços enquanto deixava-me chorar todas as minhas dores.
Nunca pensei que o meu chefe me viria seminua e nem que mesmo sendo considerado o homem de gelo, me acolhera sem muitas perguntas. Eu me senti protegida em seus braços, como a muito tempo não me sentia.
- Mesmo que não pareça, você se tornou importante para mim e para a Mad, mesmo que seja tão pouco tempo. Você se tornou especial. E sabe o que eu faço com pessoas especiais? Eu as protejo e é isso o que vou fazer com você, mesmo que seja do meu jeito.
Naquele instante, vi que o tempo não quer dizer nada. Que julgamentos de outras pessoas não dizem quem você é mesmo. Percebi que então pouco tempo, um castelo de sonhos pode ser reconstruído, mesmo que seja pouco a pouco.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)






1 comentários:
amei o capitulo e quero maisssssssss...
da pra ver que a bella vai sofrer muito principalmente o jacob sendo tao pertubado ....
quero ver o que vai acontecer n o niver dela ...
posta maissssssssssss
bjão
Postar um comentário